quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Dispensa de Contribuições para a Segurança Social

As empresas usufruem da dispensa de pagamento de contribuições para a Segurança Social relativas à contratação de desempregados inscritos no centro de emprego há 12 meses (assim como de jovens com mais de 18 anos, à procura do primeiro emprego, inscritos pelo mesmo tempo).
A Segurança Social dispensa o pagamento das habituais contribuições de 23,75% às empresas, durante um máximo de 36 meses, mas mantêm-se os 11% de contribuições a cargo do trabalhador.
Para este apoio são considerados também os desempregados inscritos no centro de emprego há 12 meses, mesmo que tenham tido contratos de trabalho a termo neste tempo, por períodos inferiores a 6 meses, cuja duração conjunta não ultrapasse 12 meses.
As candidaturas são feitas através do serviço Segurança Social Direta ou nos serviços da Segurança Social da área da sede da empresa, com apresentação do requerimento Mod.GTE1-DGSS.
Os documentos devem ser entregues pelo empregador no mês seguinte ao da celebração do contrato.

O que é a medida Contrato-Emprego?

É uma medida de apoio à contratação de desempregados inscritos no IEFP, que substitui a iniciativa Estímulo-Emprego. Por cada contrato celebrado (sem termo ou a termo certo com um mínimo de 12 meses), as empresas recebem um apoio público. O montante a receber varia de acordo com o tipo de contrato e o perfil do desempregado. A medida foi publicada do Diário da República a 18 de janeiro (Portaria n.º 34/2017).

Que empresas podem beneficiar da medida Contrato-Emprego?

Qualquer empresa, empresário em nome individual ou organização sem fins lucrativos, desde que tenha a situação tributária e contributiva regularizada (incluindo empresas em processo especial de revitalização). Ficam excluídas empresas com salários em atraso, com histórico de condenação em matéria de direito laboral ou em situação de incumprimento com o IEFP no que diz respeito a apoios financeiros.

Qual o montante a ser pago por cada contrato?

As verbas pagas pela contratação de desempregados dependem, sobretudo, do tipo de contrato. Assim, se contratar um desempregado com um contrato sem termoa empresa irá receber 3.791,88 euros (9 x IAS). Tratando-se de um contrato a termo certo (mínimo de 12 meses), o apoio baixa para 1.263, 96 euros (3 x IAS).
O que é o IAS?
O IAS (Indexante dos Apoios Sociais), é um referencial que determina o cálculo e a atualização de vários apoios sociais. Atualmente o IAS equivale a 421,32 euros

domingo, 13 de agosto de 2017

COMO DESEMPREGAR........

As novas regras determinam que haja uma redução temporária de 50%, durante cinco anos, da taxa contributiva para a Segurança Social da responsabilidade das entidades empregadoras que contratem jovens à procura do primeiro emprego e durante três anos caso sejam contratados desempregados de longa duração.

Além disso, haverá também uma isenção total do pagamento de contribuições, durante um período de três anos, em caso de contratação de desempregados de muito longa duração.
Este novo regime de incentivos aplica-se apenas aos contratos de trabalho sem termo e introduz o designado “conceito de portabilidade”, que transfere o benefício do incentivo também para o trabalhador ao prever que este seja atribuído ao trabalhador independentemente das entidades empregadoras que o contratem sem termo, mediante determinadas 

domingo, 9 de outubro de 2016

Para criar o seu emprego

Protocolo ANJE - Associação nacional de Jovens Empresários e CGD - Caixa Geral de Depósitos


Finalidade

Aquisição de equipamentos ou outras componentes relacionadas com o lançamento de pequenos negócios ou a expansão e modernização de empresas já existentes.

Beneficiários
Jovens até aos 40 anos de idade com capacidade para promover a criação, expansão ou modernização do seu pequeno negócio, ou sociedades recentemente constituídas ou em processo de constituição, cujo capital seja maioritariamente detido por jovens até 40 anos.

Montante máximo, prazos e juros

Pode ser solicitado até 50.000€, com um limite de 80% do investimento total, reembolsado em 6 anos, à taxa de juro Euribor a 3meses acrescida de um spread de 5.7%

sábado, 8 de outubro de 2016

Mas tambem

1. Eures – É o portal europeu da mobilidade profissional e uma referência para quem procura emprego no estrangeiro, em particular em países europeus. Disponível em português, neste site, além de ter ofertas de emprego, encontra informações úteis para quem vai trabalhar para um país estrangeiro.

emprego no estrangeiro

Eures
O portal europeu da mobilidade profissional tem anúncios de emprego de 31 países europeus e informações sobre o que deve saber sobre viver e trabalhar no estrangeiro. Está disponível em português.
Eurobrussels
Neste site, encontra anúncios de emprego em instituições da união europeia e outras organizações internacionais. Site apenas em inglês.


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

micro credito

O microcrédito tem como objetivo apoiar o empreendedorismo e a criação do próprio emprego, através de empréstimos a pessoas que não conseguem obter outro tipo de crédito junto das instituições, por força da sua reduzida capacidade de endividamento. 
É necessário que as operações de microcrédito tenham como finalidade o financiamento de uma atividade empresarial que os clientes queiram iniciar ou expandir e que essa atividade tenha condições para criar ou manter postos de trabalho de forma sustentável, nomeadamente o do próprio microempresário. 

No âmbito do microcrédito, foi criado o Programa Nacional de Microcrédito. Este programa destina-se a facilitar o acesso ao crédito a pessoas com especiais dificuldades de integração no mercado de trabalho, que estejam em risco de exclusão social e possuam uma ideia de negócio viável. 

É dada prioridade aos candidatos que têm idade compreendida entre os 16 e os 34 anos e sejam desempregados inscritos no centro de emprego há pelo menos quatro meses.

OPrograma  Nacional de Microcrédito é uma linha de crédito bonificada. A taxa de juro máxima suportada pelo empreendedor no âmbito doPrograma  Nacional de Microcrédito é de 3,5%, ao ano. O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) suporta a totalidade dos juros do empréstimo durante o primeiro ano e 2,25% da taxa de juro no segundo e terceiro ano.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016


Microfinanciamento

O Microfinanciamento admite valores superiores ao microcrédito, sendo, igualmente, dirigido a negócios muito pequenos. O seu público-alvo são pessoas individuais ou micro-empresas (até dez trabalhadores) cuja actividade tenha uma forte componente social e impacte no desenvolvimento local.
A quem se destina
Jovens até aos 40 anos de idade com capacidade para promover a criação, expansão ou modernização do seu pequeno negócio, ou sociedades recentemente constituídas ou em processo de constituição, cujo capital seja maioritariamente detido por jovens até 40 anos.
Características do financiamento
Montante
Até €50.000, com o limite de 80% do valor do investimento total.
Prazo

Para criação de novas empresas: Até 72 meses (6 anos)
Para modernização e expansão de empresas: Até 60 meses (5 anos)
Incluindo:

Período de utilização (se existir): até 3 meses;
Período de diferimento: 3 meses - período em que não há lugar a utilizações, nem a amortizações do capital, vencendo-se apenas juros e outros encargos, a contar do período de utilização;
Período de reembolso: até 69 meses (A) ou até 57 meses (B)
Taxa de Juro
Euribor a 3 meses (base 360 dias), arredondada para a milésima de ponto percentual mais próxima, acrescida de um spread de 3% (*)
Comissões
Isenção de comissões (de estudo e das relacionadas com a contratação, etc.), exceptuando-se a comissão de processamento.
Garantias
Fiança, aval ou outra admitida em direito.

domingo, 2 de outubro de 2016

credito para todos

Associação Nacional de Direito ao Crédito acrescenta que o microcrédito tem como objectivo promover a inserção social e a autonomia de pessoas com dificuldades de acesso ao financiamento permitindo-lhes desenvolver o seu próprio negócio.
Este tipo de crédito teve origem no Blangadesh nos anos 70 e foi concebido pelo economista  Muhammad Yunus, vencedor do  Prémio Nobel da Paz. Yunus destacou-se por conseguir provar cientificamente que é um pressuposto errado acreditar que as pessoas pobres não são responsáveis e não têm capacidade de criar a sua própria fonte de rendimento, mesmo que não tenham garantias para aceder ao credito convencional. O microcrédito rapidamente se espalhou por todo o mundo e no Blangadesh já conseguiu retirar dez milhões de famílias da pobreza.

Vantagens do Microcrédito:

– Ferramenta importante para combater o desemprego;
– Factor de integração sócio-profissional e de promoção de auto-estima de grupos sociais desfavorecidos;
– Dinamizador de regiões com baixo índice de especialização;
– Instrumento de apoio ao recomeço da vida;
– Contributo para libertar muitas famílias da exclusão social;
– Ferramenta de crédito capaz de estimular e financiar projectos de empreendedorismo.

Microfinanças


Microfinanças
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“[U]m sistema de microfinanças pode prover os cidadãos de diversos serviços financeiros, dentre os quais empréstimos, poupança e seguros”. (CALDAS 2003:3) Assim, a expressão Microfinanças significa o fornecimento de empréstimos, poupanças e outros serviços financeiros especializados para pessoas carentes.
A questão do acesso de populações de baixa renda a serviços financeiros tem sido tema de destacada importância nos meios acadêmicos e no debate sobre políticas públicas, nos últimos anos. Prova disso é a instituição, pela Organizações das Nações Unidas (ONU), do Ano Internacional do Microcrédito 2005 e a escolha do senhor Muhammad Yunus, fundador do Grameen Bank, de Bangladesh, como Nobel da Paz. (SOARES 2007:4)
Embora existam iniciativas históricas que possam ser enquadradas dentro das microfinanças, sua fase moderna se iniciou apenas nos anos 1970, com iniciativas de Organizações não Governamentais (OnGs) especializadas e alguns poucos bancos. Estas iniciativas se baseavam em empréstimos pequenos sem garantias, taxas de juros de mercado, negócios de curtíssimo prazo e uso de agentes de crédito para ir aos clientes (SOARES 2007:14).
Os principais produtos das microfinanças são os de microcrédito (baseados em empréstimos flexíveis), asmicropoupanças (de curto, médio e longo prazo), os microsseguros (particularmente de vida e saúde), além de outros, como Transferências de valores, Finança imobiliária e Investimento financeiro.
Instituições de Microfinanças (IMFs)

Broom icon.svgDentro das Microfinanças, os principais agentes são conhecidos por Instituições de Microfinanças (IMF). As IMFs são organizações que oferecem serviços financeiros para pessoas de baixa renda . (LEDGERWOOD 1999:1) Também se enquadram no conceito de IMFs as Sociedades que realizam operações de Crédito aos Microempreendedores.
Dentro desta definição se encaixam diversos tipos de organizações que variam em sua estrutura jurídica, missão, metodologia e sustentabilidade, mas que têm por ponto em comum a oferta de serviços financeiros para uma clientela que simplesmente não é alcançada pelos bancos tradicionais.
Ver também

Microcrédito
Microsseguro
Micropoupança
Bibliografia

CALDAS, Eduardo de Lima. Da experiência do Microcrédito à Microfinança. Artigo publicado na Revista Diálogo Econômico Local nº 1, julho de 2003.
CHURCHILL, Craig (org.). Protecting the poor: A microinsurance compendium. Geneva: International Labour Office/ Munich Re Foundation, 2006.
LEDGERWOOD, Joanna. Microfinance handbook: an institutional and financial perspective. Washington,D.C.: World Bank, 1999.
MATOS, Dario Oliveira de. Microsseguro (Microinsurance, ou “seguro popular”) e o Brasil. São Paulo: Münchener Rück (Munich Re Group), 2007.
NICHTER, Simeon. Entendendo as microfinanças no contexto brasileiro: Programa de Desenvolvimento Institucional. Rio de Janeiro: BNDES, 2002.
SOARES, Marden Marques, et al. Microfinanças: O papel do Banco Central do Brasil e a importância do cooperativismo de crédito. Brasília: BCB, 2007.
WORLD BANK. Workshop regional sobre acesso da população de baixa renda a seguros. Rio de Janeiro: Banco Mundial, et al, 2007.
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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Como obter um visto de trabalho europeu




Obter um visto para viver e trabalhar num país da União Europeia (UE) é não feat fácil, mas se você está dedicado a encontrar um emprego no estrangeiro, existem maneiras de proteger um visto de trabalho. Requisitos variam de país para país, portanto, certifique-se de olhar especificamente para o país onde você deseja trabalhar. Abaixo está um resumo dos requisitos gerais necessários para se qualificar para um visto no seio da UE.

Dificuldade: Moderadamente desafiador

Instruções
Coisas que você precisa
Contrato de emprego na UE
Passaporte válido
Prova de um registo criminal limpo
Pedidos de visto para o país da UE individual
Encontre um empregador. Se você é um não cidadão da UE, para ser elegível para um visto de trabalho, você deve ter um empregador que esteja disposto a patrocinar você. Encontrar um trabalho que vai patrocinar você quando você não tiver um visto pode ser difícil; sua melhor aposta é muitas vezes a olhar para as empresas multinacionais dentro de seu próprio país que estariam dispostas a transferi-lo no exterior e patrocinar o seu pedido de visto. Se você tiver experiência profissional dentro de um campo na demanda (internacional de negócios e tecnologia especializada profissionais são geralmente recrutados no estrangeiro), existem agências de posicionamento disponíveis que podem ajudar você no mercado para os empregadores europeus.
Reunir os documentos necessários. Para complementar o pedido de visto de trabalho, você provavelmente precisará preencher um pedido de visto geral e talvez um residência pedido de visto também. Na maioria dos casos, isso exigirá que você forneça prova de um registo criminal limpo, um passaporte ou seja válidos seis meses após o seu período de visto solicitado e às vezes banco instruções, juntamente com seu contrato de trabalho e outros materiais específicos de cada país.
Tenha muito cuidado com sua papelada. É extremamente importante que todos os seus documentos estão presentes com a quantidade de cópias na ordem certa; quaisquer erros na organização ou documentos em falta podem dràstica lento o processamento do seu visto, ou levar a sua solicitação está sendo negada. Certificar-se de que seu manuscrito é claro, e o nome que você lista em seu aplicativo corresponda exatamente seu passaporte, contratos e outros documentos.
Siga. Depois que seu visto foi aprovado, ainda existem coisas para fazer quando você chegar na Europa. A maioria dos países exigem que você registrar-se com as autoridades locais como um residente à sua chegada e renovar esta residência todos os anos. Verificar com a Embaixada do país que tiver emitido o visto para ver o que eles esperam de você. Não próxima reunião essas expectativas poderia pôr em perigo seu status legal na Europa.
Dicas & advertências
Conexões pessoais são a melhor maneira de invadir a força de trabalho Europeia. Ver se seus associados ou amigos em casa sabem qualquer um que poderia estar disposta a patrocinar você um visto na Europa. Se não, tente ir para Europa sem visto (moradores da maioria dos países são autorizados a permanecer por até 90 dias sem visto) se candidatar a empregos em pessoa. Se você for bem sucedido, você terá a cabeça volta ao seu país de origem para solicitar seu visto. Considere um visto de estudante. Na maioria dos países você é elegível para um visto de estudante se você se matricular para um determinado número de horas de aula por semana. Essas classes poderiam ser qualquer coisa de pós-graduação para um curso de língua, mas em alguns países vistos de estudante também permitem que você trabalhe a tempo parcial. Se seu objetivo em trabalhar no estrangeiro é ganhar experiência cultural, um visto de estudante pode ser uma boa opção, e trabalho a tempo parcial pode financiar a sua estadia.


Não tente trabalhar na Europa sem visto. Isso pode resultar em multas pesadas, prisão ou deportação, tudo o que o tornará muito difícil para você obter um visto ou até mesmo viajar internacionalmente no futuro.